terça-feira, 30 de abril de 2013

felicidade dolorida

Ok.
São 14h59 agora, ainda tô aqui sentada esperando o meu irmão terminar de arrumar pra levá-lo em Fabriciano. Hoje tô num astral meio estranho, nem bom nem ruim, ou melhor, as vezes bom, as vezes ruim.

A vida andava como um sonho, acho que já escrevi isso né? Não a muito tempo. Mas é verdade.
Acho que pela primeira vez, ou se não, por uma rara vez em minha vida, vivi algo recíproco.

Estava apaixonada. Completamente.
E sabe qual é o pior, parece que ele também.

De repente tô aqui sozinha num silêncio enorme, chorando. De felicidade. De agradecimento.
E eu tenho muito o que agradecer a Deus. Tenho sido tão feliz ultimamente, e talvez por isso as vezes dói.
De repente sou tomada por um medo tão grande, que consigo até ficar triste, bem no meio da felicidade. Me afasto, me recolho, me despeço e não entendemos nada. É que dá um pavor... não consigo lidar.
Não tem muito o que florear, não tem muito o que escrever, é simples. Havia encontrado um amor, alguém que parecia valer a pena, dia após dia. Alguém que já estava atrasado em me decepcionar... será que tudo foi de verdade?

Não sei.

terça-feira, 23 de abril de 2013

"Ian - Não consigo fazê-la feliz! Como amar alguém sem saber como amá-la?
Taxista - Então, a ama?
Ian - Sim, muito.
Ian - Viajará amanhã, por duas semanas. E quer me levar.
Taxista - E se ela não voltar?
Ian - O que quer dizer com isso?
Taxista - Imagine, despedem-se. Ela entra no avião e nunca mais a vê. Poderia viver assim?
Ian - Não, não poderia.
Taxista - Sabe o que fazer, aprecie o que tem. Apenas ame-a."

(Antes que Termine o Dia)

segunda-feira, 22 de abril de 2013

"Eu a amo desde o dia em que a conheci, mas não me permiti sentir isso até hoje, estava sempre um passo a frente, tomando decisões para nos livrar do que tememos. Pelo que aprendi com você hoje, cada escolha foi diferente, e minha vida mudou completamente. Aprendi que quando se faz isso, vive-se inteiramente. Não importa se tem 5 minutos ou 50 anos. Samantha, se não fosse por hoje ou por você, nunca conheceria o amor. Obrigado por ser a pessoa que me ensinou amar... e ser amado."

(Antes que termine o dia)

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Nua

"Apenas para deixar declarada a minha indignação frente a todas as situações as quais fui submetida a viver, sem de fato merecer é que registro os meus repulsos.
Por todas as palavras (mal) ditas, que simplesmente 'entraram queimando e saíram dilacerando'.
Me feri. Me feri por causa do descaso.
Senti o frio da rejeição. A vergonha do desafeto.
E caminhando nua passei diante de um espelho. E senti horror, desespero, descrença e... vergonha na cara. Em algum lugar despida ela ainda existia. Ei, eu não te pertenço mais."

Enquanto terminava de escrever o outro texto, uma amiga me mandou isso. Não preciso dizer nada, nada a mais do que já está escrito. Obrigada!!

De tudo um pouco

Ganhei ontem da Adriana um poema acompanhado de um bombom, dizendo que era pra adoçar o meu dia. Linda como de costume, me fez chorar no meio da aula com essa pequena/grande demonstração de carinho:

Que, na vida, você tenha de tudo um pouco...
Sensibilidade: pra não ficar indiferente diante das belezas da vida.
Coragem: Para colocar a timidez de lado e poder realizar o que tem vontade.
Solidariedade: Para não ficar neutro diante do sofrimento da humanidade.
Bondade: Para não desviar os olhos de quem te pede ajuda.
Tranquilidade: Para quando chegar ao fim do dia, poder deitar e dormir o sono dos anjos.
Alegria: Para você distribuí-la, colocando um sorriso no rosto de alguém.
Humildade: Para você reconhecer aquilo que você não é.
Amor próprio: Para você perceber suas qualidades e gostar do que vê por dentro.
: Para te guiar, te sustentar e te manter em pé.
Sinceridade: Para você ser verdadeiro, gostar de você mesmo e viver melhor.
Felicidade: Para você descobrí-la dentro de você e doá-la a quem precisar.
Amizade: Para você descobrir que, quem tem um amigo, tem um tesouro.
Esperança: Para fazer você acreditar na vida e se sentir uma eterna criança.
Sabedoria: Para entender que só o bem existe, o resto é ilusão.
Desejos: Para alimentar o seu corpo, dando prazer ao seu expírito.
Sonhos: Para poder, todos os dias, alimentar a sua alma.


E no final, com a letra dela: Sorte a minha de ter uma mulher como você ao meu lado. Sorte a das pessoas que tem o seu amor... Você é linda!! 

Bom dia!!

quinta-feira, 18 de abril de 2013

(In)evitável

Se a gente pudesse sair da rotina, do dia da semana, dos dias úteis e feriados, das datas, dessa sequência de datas importantes. Se a gente pudesse trocar tudo. Se tanto fizesse se você vai achar alguém ou não, se aquilo vai terminar bem ou não, se não vai dar certo. Se pouco importasse se a pizza de hoje vai engordar amanhã. Se tudo que era pra ser acessório, bônus, ítem opcional, todo o excesso que teimamos em priorizar, nos agarrar e pensar que não vivemos sem, se isso tudo, de fato, não importasse?

O que seria? Como seria?

Acho que não sobraria nada, e esse tal de "viver o hoje", esse tão sonhado "viver cada dia como se fosse o último" finalmente se provasse impossível. Eu não acredito nisso, não dá.

Por mais "desprendida" que seja a pessoa, não da pra não pensar no depois. No máximo, ignorar a possível dor do depois, virar pro espelho e falar: olha, eu vou fazer essa merda, vou tocar o foda-se e fazer o que eu desejar, vou extrair desse dia cada gotinha de mel que ele puder me oferecer, e eu acho que vale a pena. Que é melhor do que ficar na zona de conforto. Mas vale a pena até certo ponto. Até que você não faça mal a outra pessoa. Querer ser feliz é uma coisa, fazer outra pessoa sofrer mesmo não tendo a intenção pra ser feliz, é outra.

Mas aí vem outra pergunta: Qual é a onda do ser humano de não largar o que não faz bem? Simplesmente sair pela porta da frente e não voltar mais, voltar pra quê? Pra que meu Deus?

Ah, eu saio. Mas se eu sair e ele sair também? E se ele me esquecer também?
E daí se ele esquecer? Você não vai mais estar lá pra ver, isso não vai influenciar em mais nada na sua vida. Sabe por quê? Porque notavelmente não te faz bem. Não me faz bem. E pra que sentir falta do que deteriora?

O que era bom passou, tá? O presente é o que ta ruim, e não, o que era bom ERA bom, não é mais e nunca mais vai voltar, feliz ou infelizmente. É assim.

Não sei em que momento da vida, e por que, aprendemos que insistir é sempre a opção mais nobre, "lutar!". Pela carreira, ou por um objetivo até que vai, mas não deveria ser necessário lutar pra ter alguém, no máximo é tentar sempre falei sobre isso se tornar digno e merecedor de ter essa pessoa ao seu lado, não ficar se matando, se tem em mente que fez tudo o que pode, tudo que estava ao seu alcance para que desse tudo certo e não deu, paciência, é assim mesmo. Quanto mais o tempo passa mais eu acho que as coisas estão predestinadas, por mais que seja triste pensar assim e maior que isso, seja injusto e broxante achar que nada que você faça pode mudar o "destino". Mas essa é a única explicação óbvia para que algo que mesmo você tendo feito o máximo, perfeito, dê tudo errado.

Pessoas tem vontades, livre-arbítrio, desejos. Mas nunca o poder de manipular sua vida sem o seu consentimento. Jamais o direito de tratar alguém com falta de respeito.

Uau, descobri o Brasil agora! kkkkkk Mas as vezes cai a ficha de coisas super óbvias que pareciam não existir antes, como um problema de mecânica sem pé nem cabeça e eis que chega alguém com a fórmula, e a minha fórmula, foi a Marina.

Eu me odeio muito pelos meus defeitos que só fazem mal a mim mesma (redundante ou não). Mas também sei que... são dias e dias. E lembro de dias como a madrugada de domingo pra segunda que achei que o mundo definitivamente ia acabar e que a dor e o desespero iriam continuar tapando minha respiração até que eu sufocasse, aí eu chorei 4 horas e meia, dormi, e acordei com a cabeça doendo, tomei um analgésico, e olhei a minha volta, nasceu outro dia, preciso caminhar.

Usar um pouquinho desse apego a tudo, a minha felicidade, ao meu eu, à Priscylla, não o que eu estava pensando, auto estima em relação a beleza física, a se sentir bonita, mas a auto estima em relação a pessoa que eu sei que eu sou.

E a moral de toda essa história é só uma, estamos condenados às dúvidas. Desde à escolha de levantar ou apertar o soneca no despertador do celular, até o sim do quer casar comigo. E antes de fazer qualquer coisa, ter a plena certeza do que realmente quer. Atitudes tomadas por decisões erradas podem trazer grandes consequências. E tendo plena consciência disso, talvez seja uma boa repensar melhores ocupações pra nossa mente. Mas quer saber, o medo do amanhã, ah... esse é inevitável. Pelo menos pra mim.

Boa tarde!!

Circuito

São 10h30 da manhã e muita coisa se passa pela minha cabeça. Ontem foi o último dia de provas, finalmente.
É agora que vai começar o circuito Comida di Buteco. Que delícia! Foi bom demais poder anotar no livrinho na semana passada as datas em que vamos a cada um dos bares que estão participando (os melhores, claro).
Estou animada. Me diverti muito ontem ao rir com a turma quando todos estavam tão nervosos. Foi aí que eu parei pra pensar e percebi que estou em uma fase completamente diferente da dele. Eu não me importo SÓ com o agora, me importo com o amanhã também. Estou muito mais preocupada em passar no período sem dever matéria, formar com a minha turma e os meus amigos, pra lá na frente poder focar no trabalho, ganhar muito dinheiro e viajar, ter alguém pra estar desfrutando disso comigo, do que viver esse mundinho de festa, bebida, droga e rock roll. Claro que eu gosto de sair, mas preservo mais essas primeiras coisas que eu disse, e algo duradouro como um namoro. Quando eu formar, Ipatinga vai ser pequeno pra mim, não vou aguentar ver meus amigos formando e eu ficando pra trás, isso não dá. Hoje a cidade é grande, tudo que ela me proporciona é lindo, mas, daqui a três anos eu tenho certeza de que isso aqui não me importará mais. O que eu quero é ser feliz.
E como uma grande amiga minha sempre me diz: eu torço muito pra que você seja VOCÊ, independente com quem esteja e como esteja.

Bom dia!!

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Esse post é pra você, exatamente, pra você mesmo.

(Texto que seria publicado na madrugada de domingo pra segunda)

Começando... você é um mentiroso. Conscientize-se disso antes de tentar entender o que vou dizer, olhe no espelho e repita comigo: eu sou um mentiroso, eu sou uma mentira.

Não consigo mais, escrevi páginas e mais páginas de textos no word cheios de coisas que você já sabe. Porque você sabe, não é possível. Você sabe que o errado foi você, a maneira em que você me tratou e mentiu pra mim e que não deu certo por sua causa, sua total causa. JAMAIS VENHA ME CULPAR, jamais tente se fazer de vítima, só irá me fazer sentir mais desprezo por você.

Como você consegue ser assim? Como consegue caminhar na rua, como consegue rir? Como consegue olhar nos olhos das pessoas? Como?
Como você consegue viver sabendo o que fez comigo? Comigo... A Priscylla, a sua Priscylla, a Priscylla que fez tudo por você.

Ainda sinto essa coisa idiota, gigante e irracional, e escrevo agora chorando muito e ouvindo Lancinho, e fico lembrando da gente sentados no carro, conversando sobre alguma coisa, procurando um lugar pra ir, a gente cantando alto as músicas de sempre. Camisa 10, Nem te conto, Miami2Ibiza, Vou voltar pra sacanagem... foda-se. Lembro da gente comprando três ou quatro Kapos na padaria, das mensagens no meio da tarde, ou da manhã, ou da noite. Lembro das descobertas. Lembro do primeiro um mês de namoro comemorado na pizzaria, do vinho, aa... esse dia. Treze minutos de Timóteo a Ipatinga, sem medo algum; Lembro de você me contando das coisas em que fez antes de me conhecer, e me ouvindo contar as coisas que eu fiz; Ou daquele dia em que pela primeira vez fui a sua casa e não havia ninguém lá, só nós dois. Também lembro da gente conversando sobre a vida, deitados no colchonete do escritório, e de você me dizendo o quanto era feliz comigo, em poder dizer o que sentia. Lembro da gente voltando do shopping naquele dia 15, ou de matar aula pra gente se ver 1 horinha no meio da noite, ficar deitados ouvindo as músicas do nosso celular, em ir ao bairro de sempre. Lembro da gente no show do Chiclete, da gente tirando foto, da gente comendo em qualquer lugar, e da nossa briga por causa de uma camisa que você trocou, aquela em que te dei de Natal. Lembro do pôr do Sol na volta pra casa depois do baile de formatura do seu irmão; Lembro daquele dia 15 de novembro em que disse aos meus pais que iria ao shopping e que desviamos o caminho na volta pra casa e nos amamos muito; lembro do dia em que escolhi você pra ser o primeiro homem da minha vida; lembro da primeira vez em que disse que me amava, onde eu pude perceber que eu não queria te perder e também te amava; lembro do churrasco na casa da Gabi, eu sentada na beira da piscina e você tentando me beijar; lembro da gente deitados pegando sol; das suas brincadeiras com a minha risada; das várias vezes em que te vi dormir em meu colo, ou das vezes em que você pescava de tanto sono. Lembro da gente falando mal das pessoas na rua; do show do Gabriel Gava; das eternas fugidas; das mordidas; dos apertos nas mãos; dos carinhos em público; lembro de todas as vezes que ansiosa te esperava na faculdade; lembro de todos os dias em que ia me ver na auto escola; das vezes em que ia comigo até a academia; lembro das idas a Fabriciano na parte da manhã ou da tarde; lembro da gente deitados vendo tv no domingo; dos dias certeiros de Dexter; das festas em família; das minhas preocupações esperando você me ligar pra avisar que havia chegado em casa (logo em que saia daqui); Das vezes em que me ligava pra dar boa noite, estando aí, longe. Lembro da sua dancinha de axé que eu nunca conseguia imitar, da risadinha nas horas mais impróprias, da mania de falar "HA HA" em tudo, e da mania que perdi de morder forte. Lembro dos shows, dos rocks, de você vindo me beijar enquanto eu arrumava a cozinha no domingo, das idas a igreja, de quando te esperava pra almoçar, dos churrascos na casa dos seus amigos; Lembro de quando tocou piano pra mim. Lembro da primeira lembrancinha que te dei, sua carinha de bobo ao receber a caneca; lembro da primeira vez em que voltou de Viçosa e que nos seguramos pra não chorar de tanta saudade; Lembro também das várias tentativas de filmes, da viagem a JM, da viagem a BH, dos planos pra daqui a uns dias; Lembro também da gente vendo DVD do Sorriso Maroto, do presente meia noite no Natal, e das noites que virei programando a sua surpresa, sim, uma parte do seu presente que eu nunca vou poder entregar.

Acredito que tudo isso e muito mais foi verdade e, lembro do que você era e não dá pra acreditar no mentiroso que você se tornou. Você me fez acreditar que esse último feriado juntos foi tudo verdade. Você mentiu pra mim! Como pode me tratar com tamanha frieza, indiferença e desprezo? Eu nunca te tratei assim. Você prometeu nunca mais me fazer sofrer. Como conseguiu me levar pra cama não me amando mais? Como? Que espécie de menino é você? Sim, menino. Homem nenhum faria isso. E me questiono em como uma pessoa vazia como você pode ter um lugar tão especial na minha vida, em como alguém como você pode ter uma influência tão grande a ponto de me fazer duvidar de mim, e da verdade que EU SEI que é verdade. Como você consegue? Como conseguiu trocar tudo por causa de festas? Você não tem nem 20 anos e acredito que não sabe o que quer da vida, não sabe o que é bom e o que é ruim pra você, não soube valorizar algo que poderia ter sido muito mais duradouro e que poderia tê-lo feito se tornar uma pessoa muito mais adulta e menos infantil com atitudes toscas e decisões precipitadas.

Só sei que eu não consigo, não consigo ser imparcial a toda essa sujeira, muito menos não me expressar. Não dá.
Não dá mesmo, nem pra mim, nem em nada. Não muda nada na prática, mas me alivia. Então se for pra expor demais ou escrever mil vezes, eu o farei. Foda-se o resto.




domingo, 14 de abril de 2013

Reflexão de domingo.

Fui refletir um pouco sobre essa semana. Ando muito ocupada, estudando muito mais do que eu poderia imaginar. Sinto falta de algumas coisas, preocupando com muitas outras e por hora me pego triste, ligando pro mesmo amigo de sempre pra que ele possa me ouvir com toda a atenção possível, e aí me pego sorrindo de novo, e pensando que muita coisa vai se resolver.

Bebi o final de semana inteiro, mas isso não adiantou muita coisa. Sei que me diverti na quinta, com um papo muito cabeça com o Flavim; chorei de rir na casa dele na sexta, quando de última hora ele implorou a minha presença na reunião do 7º período; e me diverti muito mais ontem ao encontrar a galera toda da escola, aqueles que formaram um ano antes de mim e que me deixaram super a vontade, que colocaram um sorriso em meu rosto ao me perguntarem sobre a minha vida e ao passar os olhos bem rápidos pela mesa pude responder sem ao menos pensar, "está ótima!!"
Tudo tem passado muito rápido, alguns formando, outros começaram a estudar agora, a maioria namorando, outros sofrendo por amor e tudo se encaminhando. Tantos abraços apertados, tantos elogios, tantos beijos na testa, tanta coisa boa aconteceu nessa madrugada.

Me pego sorrindo de novo...

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Querido diário...

Que tempão que não escrevo sobre o que anda acontecendo na minha vida, aposto que com meus 30 vou querer saber o que se passava quando tinha lá meus 20 anos... quase 21!
Deixe-me pensar... minha vida se divide em: faculdade, amigos e namoro.

O fato é que ando em dias de muitos altos e baixos, enquanto há algumas semanas tudo andava bem, coração e mente tranquilos, agora tem dia que acordo com o peso de uma história que aconteceu a um tempo atrás.

Dilemas: Nessa de pensar que os pequenos acontecimentos são parte de um plano maior, fico pensando se por acaso o Igor é o amor da minha vida.

Faculdade: um exercício/prova/trabalho atrás do outro, mas por enquanto tudo bem. Muita novidade, novos colegas e companheiros, uma sensação de que uma boa parte ali gosta da minha companhia.

Igreja: todos os domingos, o doce da minha vida.

Amigos: sempre presentes de alguma forma, mas tenho tido pouco tempo pra encontrar os melhores, mas isso vai mudar porque as provas vão acabar e eles vão me amar muito semana que vem kkkk

Namorado: A melhor coisa que poderia ter me acontecido. Não consigo enxergar a minha vida sem ele, por isso, o "dilema". Também têm os tais altos e baixos, algumas coisas que descem, outras não, um papo aqui e outro ali... Alma-gêmea?
Parabéns pra gente. Um pouco atrasado. Olha só isso, 7 meses!! Daqui uns dias a gente completa um ano. HAHA Que Deus continue nos abençoando sempre e nos dando muito amor e respeito.

É isso. Apenas um tipo de registro. Adiôs.

quarta-feira, 10 de abril de 2013


terça-feira, 9 de abril de 2013


sábado, 6 de abril de 2013

É do coração.


A minha segunda visita do dia. É um irmão! ♥

sexta-feira, 5 de abril de 2013


"E eu escrevo um parágrafo e corro pra ver se tem e-mail.
E eu escrevo uma linha e corro pra ver se tem mensagem de texto.
E eu não escrevo nada e também não corro, apenas deixo você chegar
aqui do meu lado, em pensamento. E me pego sorrindo, sozinha. 
E me pego nem aí para todo o resto.
(...)
Eu tenho muita inveja dessas pessoas maravilhosas, adultas, evoluídas e espertas que conseguem separar a hora de ir a uma reunião de condomínio com a hora de desejar alguém na escada do condomínio. A hora de marcar o dentista com a hora de engolir alguém. A hora de procurar a palavra "macambúzio" no dicionário com a hora de se perder com as suas palavras que de tão simples parecem complexas. A hora de ser inteira e a hora de catar meus pedaços pelo mundo enquanto você dá sinais desmembrados. 
Eu não consigo nada disso, eu me embanano toda, misturo tudo, bagunço tudo. A minha única dúvida é se sou a única idiota a fazer isso comigo ou se sou a única idiota a admitir que faço isso comigo." 


Tati B.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Tomorrow

Lavando a pilha de louças que se acumulava desde que saí pra buscar a minha mãe logo depois do almoço, sentia essa coisinha ruim no peito. Ao passo que os assuntos do coração correm como um daqueles romances bonitinhos dos livros, tem uma lista de pepinos acumulados, coisas em aberto, que, por algum motivo, não consigo resolver.
As roupas pra levar a costureira que eu sempre deixo pra depois. A fisioterapia que fiquei de olhar pra voltar a fazer. O trabalho da matéria de terça, que simplesmente não terminei e não comecei a passar a limpo. O trabalho da matéria de segunda eu parei na metade. As provas já começam na semana que vem e eu não estou com todos os trabalhos prontos.

Procrastinação.

Tudo isso me incomoda, não me deixa ser plenamente realizada, mas eu sempre deixo pra amanhã. Hoje tô aqui sentada com as pernas em cima da cama, pra que pensar nisso? Nessa as coisas se acumulam e tudo que eu queria era alguém pra pegar tudo e resolver por mim. Mas o problema é que vou ter que encarar essa.
Quem sabe amanhã, né? Ou mais tarde na aula com a ajuda do Tales eu comece a adiantar os trabalhos. Vai saber...

Boa tarde!

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Five days




Andava por aí buscando inspiração, quando me deparo com essa frase.
Não é segredo, tô bobona. Me pego dirigindo, sorrindo sozinha lembrando de alguma coisa... Se vejo seu número me ligando, procuro a cama mais próxima pra me jogar, rolar, fazer manha.

A voz dele tem som de carinho, o som da sua risada me dá vontade de escrever rimado, que sentido isso faz? Acordo já com vontade de ouvir aquela música da Adele, quase posso sentir os braços dele à minha volta, maior que eu, e, nossa, como é bom ser pequena pra caber melhor no seu abraço.

"Eu tenho anotado lá em viçosa".
Ele não imagina o tamanho da minha felicidade ao ler aquilo. Felicidade maior mesmo foi vê-lo andando em minha direção todo lindo, sorrindo com o sol batendo em seu rosto e meus olhos enchendo d'água. Amei a surpresa! Restaurante japonês, chuva, frio, escritório, saudade...

Frio, suor, chuva, perigo, desejo... No outro dia o amei tanto que senti a necessidade em dizer ali mesmo, dentro do carro.
Sexta-feira da paixão: fomos a missa com a minha família e na volta ficamos de boa em casa.
Sábado logo pela manhã senti uma sensação tão gostosa ao ligar e dizer "amor, meus pais deixaram...". A viagem a BH (mesmo triste com a situação pela qual fomos lá) foi gostosa. Passamos o tempo inteiro juntos. Corremos um risco - grande - na volta pra casa, pra variar. kkk
É uma sensação diferente quando abusamos do perigo um pouco. E falando em perigo, ontem não foi muito diferente. Que delícia ter mais um capítulo gostoso e imprevisível.
Essa vontade de ser feliz pra sempre...