Razão pela qual 2013 foi especial, e a certeza de um 2014 ainda melhor!
Só porque no meio desse lixo todo procuro o verdadeiro amor. Cuidado comigo: um dia encontro.
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Sábado, meia noite e meia...
Avistei um rapaz de sorriso largo, cabelos e olhos claros, uma altura mediana que se encaixaria perfeitamente em um abraço meu. Me aproximei da turma de amigos dele, inclusive, metade ali eram conhecidos meus. Meu irmão se encontrava no meio, logo lhe disse:
“Quem é o carinha de marrom?”
“Não sei, quer que eu conheça?”
“Tá demorando!”
Ele veio todo sorridente, não imaginei que o sorriso seria assim tão bonito. Me encantei. Alguns minutos de conversa e quando abri os olhos havia ganhado um beijo dele.
“Vim passar as férias aqui, queria conhecer algumas mulheres, meu namoro acabou há dois meses, hoje é o meu primeiro dia aqui, e eu só quero você o mês inteiro.”
O que acontece com os caras que aparecem na minha vida dizendo que só querem ficar comigo? Começo a ficar nervosa. A madrugada foi ótima. Logo que chego em casa meu celular apita, era ele no WhatsApp: “Durma bem, quero te ver logo pela manhã.”
Assim foram os dias seguintes, nos falando o tempo inteiro pelo celular, acordando com suas ligações, saíamos todas as noites e no quarto dia a tarde ele toca o interfone da minha casa. Estava sozinha, o coração acelerava, minhas mãos geladas mesmo com todo aquele calor. Ele entra, me olha e me beija. O conduzo até o meu quarto e ali passamos a tarde inteira, o calor era intenso. Nos despedimos, eu não podia levar isso pros próximos dias. Não aguentamos e continuamos a nos ver, e assim foram às três semanas seguintes.
Em uma terça qualquer nos encontramos no portão da minha casa, eu com os braços cruzados e completamente nervosa. Nos controlávamos o tempo inteiro, ele me fitava com um olhar de que não queria mas que deveria fazer, e “terminamos”. Terminamos nove dias antes de ele voltar pra sua cidade. Foi estranho! Fiquei com raiva de nós dois, mas ficamos bem. Estou bem!
“Quem é o carinha de marrom?”
“Não sei, quer que eu conheça?”
“Tá demorando!”
Ele veio todo sorridente, não imaginei que o sorriso seria assim tão bonito. Me encantei. Alguns minutos de conversa e quando abri os olhos havia ganhado um beijo dele.
“Vim passar as férias aqui, queria conhecer algumas mulheres, meu namoro acabou há dois meses, hoje é o meu primeiro dia aqui, e eu só quero você o mês inteiro.”
O que acontece com os caras que aparecem na minha vida dizendo que só querem ficar comigo? Começo a ficar nervosa. A madrugada foi ótima. Logo que chego em casa meu celular apita, era ele no WhatsApp: “Durma bem, quero te ver logo pela manhã.”
Assim foram os dias seguintes, nos falando o tempo inteiro pelo celular, acordando com suas ligações, saíamos todas as noites e no quarto dia a tarde ele toca o interfone da minha casa. Estava sozinha, o coração acelerava, minhas mãos geladas mesmo com todo aquele calor. Ele entra, me olha e me beija. O conduzo até o meu quarto e ali passamos a tarde inteira, o calor era intenso. Nos despedimos, eu não podia levar isso pros próximos dias. Não aguentamos e continuamos a nos ver, e assim foram às três semanas seguintes.
Em uma terça qualquer nos encontramos no portão da minha casa, eu com os braços cruzados e completamente nervosa. Nos controlávamos o tempo inteiro, ele me fitava com um olhar de que não queria mas que deveria fazer, e “terminamos”. Terminamos nove dias antes de ele voltar pra sua cidade. Foi estranho! Fiquei com raiva de nós dois, mas ficamos bem. Estou bem!
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Era quase madrugada. A noite havia passado rápida demais ao seu lado, ficamos horas naquele shopping abraçados bebendo chopp, você me apresentando como a sua “quase namorada” (que eu achava graça quando essas palavras juntas saiam de sua boca) aos amigos que passavam por ali e na primeira vez que alguém conseguiu fazer com que eu comece algumas (diga-se duas) peças de comida japonesa.
Em um susto eu me encontrava ali na sua frente, a cama enorme logo atrás de mim, aqueles olhos azuis fitavam os meus castanhos escuros, e em seguida a pergunta saia desses seus lábios vermelhos “Por que demoramos tanto?”. Peguei-me com o coração entalado na garganta, eu não sabia o que responder nem o que estava sentindo, apenas sorri completamente feliz e lhe dei um beijo. Amei sem saber.
Três dias depois me vi conhecendo a sua família, a sua casa, o seu canto. Você fez com que eu fizesse parte da sua família. Lhe questionei logo em que saímos dali: “Por que assim tão de surpresa?” “Pra que você não tivesse tempo de pensar e dizer que não.” Cinco dias depois era lançamento de um DVD, confusão tremenda, despedida, coração apertado. Dias depois você foi embora, não pra sempre, você voltaria. Um pacote completo, com passagens aéreas. Chegadas e despedidas, assim se passaram os meses seguintes. Há duas semanas meu celular tocou, era a sua irmã com a notícia de que você havia sofrido um acidente, que estava no hospital e precisava me ver. Chorei como uma criança doente gritando pela mãe. O medo de te perder pra sempre foi enorme. Já no quarto do hospital, sentada ao seu lado segurando a sua mão, lhe faço uma pequena pergunta: “Por que demoramos tanto?” Você lindo responde: "Porque fui idiota demais!"
Três dias depois me vi conhecendo a sua família, a sua casa, o seu canto. Você fez com que eu fizesse parte da sua família. Lhe questionei logo em que saímos dali: “Por que assim tão de surpresa?” “Pra que você não tivesse tempo de pensar e dizer que não.” Cinco dias depois era lançamento de um DVD, confusão tremenda, despedida, coração apertado. Dias depois você foi embora, não pra sempre, você voltaria. Um pacote completo, com passagens aéreas. Chegadas e despedidas, assim se passaram os meses seguintes. Há duas semanas meu celular tocou, era a sua irmã com a notícia de que você havia sofrido um acidente, que estava no hospital e precisava me ver. Chorei como uma criança doente gritando pela mãe. O medo de te perder pra sempre foi enorme. Já no quarto do hospital, sentada ao seu lado segurando a sua mão, lhe faço uma pequena pergunta: “Por que demoramos tanto?” Você lindo responde: "Porque fui idiota demais!"
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Muito mais do que você possa imaginar!
“Pris, seu 2013 foi barra pesada.”
E foi mesmo, tanto no sentido ruim quanto pelo bom. Meu ex-namorado me largou duas vezes em um intervalo curto de dois meses, assim, dizendo não me amar mais. Duas semanas depois aquele que eu não acreditava que poderia ter algo mais concreto e de futuro um dia chegou pra ficar, dizendo que só queria ficar comigo, pro resto da vida. Na semana seguinte foi uma correria, ida e volta a BH no mesmo dia, logo comecei a trabalhar. Fiz amigos no trabalho, conquistei os chefes, conquistei um colega de trabalho, cativei e fui cativada.
Em 2013 eu eliminei dez quilos, mudei o cabelo, clareei os dentes, mudei o guarda roupa, os sapatos, as bolsas, os acessórios... Continuei a mesma menina/mulher de sempre. Continuei gostando do perigo, do frio, do sorvete, aprendi a gostar mais de cerveja, fiz viagens, conheci outras cidades, outras pessoas, conheci novos rapazes, fiquei, enrolei, enganei e me apaixonei perdidamente.
Tive o melhor aniversário até hoje, pelas companhias, ambiente e música. Houve conflitos de ideias e de amizades na faculdade. Boas saídas e conversas, amigos pedindo desculpas, amizades sendo fortalecidas, novos carinhos. Um grupo novo, cheio de ideias e costumes diferentes.
Na família um susto com a internação do meu irmão, a cirurgia plástica da mamãe que foi um sucesso, a cirurgia do papai que deu certo, o acidente com o Hugo... E enquanto eu escrevo esse texto, recebo uma mensagem no WhatsApp: “E seu 2013, valeu a pena?”. Apenas respondo com um... “Muito mais do que você possa imaginar!”
E foi mesmo, tanto no sentido ruim quanto pelo bom. Meu ex-namorado me largou duas vezes em um intervalo curto de dois meses, assim, dizendo não me amar mais. Duas semanas depois aquele que eu não acreditava que poderia ter algo mais concreto e de futuro um dia chegou pra ficar, dizendo que só queria ficar comigo, pro resto da vida. Na semana seguinte foi uma correria, ida e volta a BH no mesmo dia, logo comecei a trabalhar. Fiz amigos no trabalho, conquistei os chefes, conquistei um colega de trabalho, cativei e fui cativada.
Em 2013 eu eliminei dez quilos, mudei o cabelo, clareei os dentes, mudei o guarda roupa, os sapatos, as bolsas, os acessórios... Continuei a mesma menina/mulher de sempre. Continuei gostando do perigo, do frio, do sorvete, aprendi a gostar mais de cerveja, fiz viagens, conheci outras cidades, outras pessoas, conheci novos rapazes, fiquei, enrolei, enganei e me apaixonei perdidamente.
Tive o melhor aniversário até hoje, pelas companhias, ambiente e música. Houve conflitos de ideias e de amizades na faculdade. Boas saídas e conversas, amigos pedindo desculpas, amizades sendo fortalecidas, novos carinhos. Um grupo novo, cheio de ideias e costumes diferentes.
Na família um susto com a internação do meu irmão, a cirurgia plástica da mamãe que foi um sucesso, a cirurgia do papai que deu certo, o acidente com o Hugo... E enquanto eu escrevo esse texto, recebo uma mensagem no WhatsApp: “E seu 2013, valeu a pena?”. Apenas respondo com um... “Muito mais do que você possa imaginar!”
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Nascer de novo.
Eram duas da manhã de um domingo (22/12) quando o telefone tocou, era a irmã dele, senti uma dorzinha no coração, a notícia do acidente me fez perder completamente o chão, eu só sabia chorar. Não dormi até às 8 da manhã quando ele me liga chorando tentando me acalmar:
♥ “Está tudo bem minha linda, eu tô bem agora. O susto já passou.”
* “E por que eu só fiquei sabendo por último?”
♥ “Porque eu não queria que você me visse daquele jeito, agora eu já estou no quarto, já estou bem.”
* “Eu fiquei com medo de te perder pra sempre.”
♥ “Você nunca vai me perder.”
O pai dele abre a porta do quarto do hospital, entro apreensiva e desabo em choro ao vê-lo ali, indefeso e com medo. Dei-lhe um beijo e choramos. Segurar a mão dele e ouvi-lo dizer “Que bom que você está aqui comigo agora” fez com que o meu coração se enchesse de amor e me fez perceber que é ele, SEMPRE foi ele o homem da minha vida.
Ele havia sofrido um acidente de carro, graças a Deus todos os nossos amigos estavam bem, ele era o único que havia se machucado. Ter quebrado o fêmur mudou totalmente os nossos planos de final de ano e nossas férias, mas nos trouxe mais carinho e aproximação, até mesmo de nossas famílias. Passar alguns dias com ele no hospital e adiar a viagem de Natal (sem ele) não foi sacrifício algum, sacrifício foi não tê-lo ao meu lado na virada de ano (em presença física), mas a certeza de que Deus nos tem preparado um 2014 incrível juntos me faz feliz.
Queria entender porque Deus fez aquilo. Teria sido diferente se eu tivesse ido à comemoração do aniversário do Zói? E se eu estivesse naquele carro, como seria? Só tenho uma certeza dessa história toda: o Hugo é o amor da minha vida!!
♥ “Está tudo bem minha linda, eu tô bem agora. O susto já passou.”
* “E por que eu só fiquei sabendo por último?”
♥ “Porque eu não queria que você me visse daquele jeito, agora eu já estou no quarto, já estou bem.”
* “Eu fiquei com medo de te perder pra sempre.”
♥ “Você nunca vai me perder.”
O pai dele abre a porta do quarto do hospital, entro apreensiva e desabo em choro ao vê-lo ali, indefeso e com medo. Dei-lhe um beijo e choramos. Segurar a mão dele e ouvi-lo dizer “Que bom que você está aqui comigo agora” fez com que o meu coração se enchesse de amor e me fez perceber que é ele, SEMPRE foi ele o homem da minha vida.
Ele havia sofrido um acidente de carro, graças a Deus todos os nossos amigos estavam bem, ele era o único que havia se machucado. Ter quebrado o fêmur mudou totalmente os nossos planos de final de ano e nossas férias, mas nos trouxe mais carinho e aproximação, até mesmo de nossas famílias. Passar alguns dias com ele no hospital e adiar a viagem de Natal (sem ele) não foi sacrifício algum, sacrifício foi não tê-lo ao meu lado na virada de ano (em presença física), mas a certeza de que Deus nos tem preparado um 2014 incrível juntos me faz feliz.
Queria entender porque Deus fez aquilo. Teria sido diferente se eu tivesse ido à comemoração do aniversário do Zói? E se eu estivesse naquele carro, como seria? Só tenho uma certeza dessa história toda: o Hugo é o amor da minha vida!!
sábado, 9 de novembro de 2013
Eu te amo... NÃO DIZ TUDO!
Você sabe que é amado(a) porque lhe disseram isso?
A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e palavras.
Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida,
Que zela pela sua felicidade,
Que se preocupa quando as coisas não estão dando certo,
Que se coloca a postos para ouvir suas dúvidas,
E que dá uma sacudida em você quando for preciso.
Ser amado é ver que ele(a) lembra de coisas que você contou dois anos atrás,
É ver como ele(a) fica triste quando você está triste,
E como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d'água.
Sente-se amado aquele que não vê transformada a mágoa em munição na hora da discussão.
Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente inteiro.
Aquele que sabe que tudo pode ser dito e compreendido.
Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é,
Sem inventar um personagem para a relação,
Pois personagem nenhum se sustenta muito tempo.
Sente-se amado quem não ofega, mas suspira;
Quem não levanta a voz, mas fala;
Quem não concorda, mas escuta.
Agora, sente-se e escute: Eu te amo não diz tudo!
Arnaldo Jabor
TUDO!!
A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e palavras.
Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida,
Que zela pela sua felicidade,
Que se preocupa quando as coisas não estão dando certo,
Que se coloca a postos para ouvir suas dúvidas,
E que dá uma sacudida em você quando for preciso.
Ser amado é ver que ele(a) lembra de coisas que você contou dois anos atrás,
É ver como ele(a) fica triste quando você está triste,
E como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d'água.
Sente-se amado aquele que não vê transformada a mágoa em munição na hora da discussão.
Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente inteiro.
Aquele que sabe que tudo pode ser dito e compreendido.
Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é,
Sem inventar um personagem para a relação,
Pois personagem nenhum se sustenta muito tempo.
Sente-se amado quem não ofega, mas suspira;
Quem não levanta a voz, mas fala;
Quem não concorda, mas escuta.
Agora, sente-se e escute: Eu te amo não diz tudo!
Arnaldo Jabor
TUDO!!
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Paz no sorriso.
Sexta a noite, banho tomado, música inspiradora, cinco dias de ausência... não sei se ainda tenho a capacidade de colocar em palavras os meus sentimentos. Sinto saudade! Saudade de escrever...
Mas enfim, tentar é o que me resta. Tô aqui ouvindo a voz suave da Maria Gadú, sentindo aqueles apertinhos no peito corriqueiros. Quanto mais vivo mais vejo que não da pra fugir deles.
Como começar a falar da minha vida? Hmmm 21h30 de uma sexta-feira e eu de pijama. Está chovendo e me vem a lembrança da sexta-feira passada. Estava conversando numa mesa entre amigos no aniversário da filha de uma amiga, só esperando ele me ligar dizendo "Cadê você? Estou aqui fora! Vem logo que eu tô morrendo de saudade...". Ou lembranças de todas as sextas. Ouvir a musiquinha do globo repórter sem estar arrumada, só colocando o salto e verificando se os documentos, maquiagem e dinheiro estão na bolsa. Sempre me pego pensando que estou em alta temporada na minha vida porque tenho feito tantas coisas divertidas.
Tô com o Hugo ainda, olha isso. Esse mês se completam 7 meses de persistência, carinho, mensagens, altos e pouquíssimos baixos, saudade, muita saudade, MUITA SAUDADE... mas, mais do que tudo, paixão. Mas uma paixão mais real, mais madura, mais adulta, um amor mais amigo.
Nunca tinha tido a oportunidade de conhecer outros níveis de paixão misturada com um amor de amigo, meus relacionamentos sempre morreram no auge da paixonite - da minha parte, no caso - aí vinha o sofrimento absurdo, a dificuldade de aceitar o fim e a ferida que vai virando casquinha.
Agora não. Depois de três anos e meio se mantendo constantemente na vida um do outro e de sete meses de relacionamento, era de se esperar que o sentimento amadurecesse, e amadurecer me parece, de certa forma, aceitar o relacionamento como algo mais simples, ter menos necessidade de falar toda hora ou todo dia pra provar o sentimento, sentir de mansinho, sabe? Muito companheirismo, uma amizade mesmo, mas sem perder aqueles momentos doidos, prazerosos e maravilhosos. (Como aqueles em que deito ao lado dele na cama e ele me olha fixamente me deixando completamente sem graça, ou de quando estou arrumando o cabelo em frente ao espelho e ele vem por trás me abraçando, sorrindo e abrindo aqueles lindos olhos azuis dizendo "Você é toda linda!".). Pela primeira vez sinto que independente de distância, tempo, hora, momentos e circunstâncias tem alguém que me vê no futuro dele.
As coisas que a gente tem vivido juntos me fazem parar pra pensar e ver o quanto a vida pode ser surpreendente. Alguém que nasceu numa cidade tão perto, tendo uma vida tão diferente da minha, acabou chegando, num minuto de disputa de atenção, e se enfiou na minha vida pra fazer toda a diferença. Viver essa experiência tem me dado uma visão mais ampla de futuro, uma esperança mesmo, de que mesmo que todos os meus planos não deem certo, sempre haverá uma nova chance de ser feliz.
Dois anos e meio pra gente se formar, não sei o que nos espera. Por fins de registro, hoje, o que eu mais queria era terminar meus projetos, me formar, receber o meu amor, trabalhar com o que eu já trabalho, passar no concurso que eu quero, continuar perto dos meus amigos, família e de Deus.
Enfim, é isso. Amanhã começa a contagem regressiva para a entrega do Projeto mothefocker Eletromagnetismo.
Boa noite!
Mas enfim, tentar é o que me resta. Tô aqui ouvindo a voz suave da Maria Gadú, sentindo aqueles apertinhos no peito corriqueiros. Quanto mais vivo mais vejo que não da pra fugir deles.
Como começar a falar da minha vida? Hmmm 21h30 de uma sexta-feira e eu de pijama. Está chovendo e me vem a lembrança da sexta-feira passada. Estava conversando numa mesa entre amigos no aniversário da filha de uma amiga, só esperando ele me ligar dizendo "Cadê você? Estou aqui fora! Vem logo que eu tô morrendo de saudade...". Ou lembranças de todas as sextas. Ouvir a musiquinha do globo repórter sem estar arrumada, só colocando o salto e verificando se os documentos, maquiagem e dinheiro estão na bolsa. Sempre me pego pensando que estou em alta temporada na minha vida porque tenho feito tantas coisas divertidas.
Tô com o Hugo ainda, olha isso. Esse mês se completam 7 meses de persistência, carinho, mensagens, altos e pouquíssimos baixos, saudade, muita saudade, MUITA SAUDADE... mas, mais do que tudo, paixão. Mas uma paixão mais real, mais madura, mais adulta, um amor mais amigo.
Nunca tinha tido a oportunidade de conhecer outros níveis de paixão misturada com um amor de amigo, meus relacionamentos sempre morreram no auge da paixonite - da minha parte, no caso - aí vinha o sofrimento absurdo, a dificuldade de aceitar o fim e a ferida que vai virando casquinha.
Agora não. Depois de três anos e meio se mantendo constantemente na vida um do outro e de sete meses de relacionamento, era de se esperar que o sentimento amadurecesse, e amadurecer me parece, de certa forma, aceitar o relacionamento como algo mais simples, ter menos necessidade de falar toda hora ou todo dia pra provar o sentimento, sentir de mansinho, sabe? Muito companheirismo, uma amizade mesmo, mas sem perder aqueles momentos doidos, prazerosos e maravilhosos. (Como aqueles em que deito ao lado dele na cama e ele me olha fixamente me deixando completamente sem graça, ou de quando estou arrumando o cabelo em frente ao espelho e ele vem por trás me abraçando, sorrindo e abrindo aqueles lindos olhos azuis dizendo "Você é toda linda!".). Pela primeira vez sinto que independente de distância, tempo, hora, momentos e circunstâncias tem alguém que me vê no futuro dele.As coisas que a gente tem vivido juntos me fazem parar pra pensar e ver o quanto a vida pode ser surpreendente. Alguém que nasceu numa cidade tão perto, tendo uma vida tão diferente da minha, acabou chegando, num minuto de disputa de atenção, e se enfiou na minha vida pra fazer toda a diferença. Viver essa experiência tem me dado uma visão mais ampla de futuro, uma esperança mesmo, de que mesmo que todos os meus planos não deem certo, sempre haverá uma nova chance de ser feliz.
Dois anos e meio pra gente se formar, não sei o que nos espera. Por fins de registro, hoje, o que eu mais queria era terminar meus projetos, me formar, receber o meu amor, trabalhar com o que eu já trabalho, passar no concurso que eu quero, continuar perto dos meus amigos, família e de Deus.
Enfim, é isso. Amanhã começa a contagem regressiva para a entrega do Projeto mothefocker Eletromagnetismo.
Boa noite!
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